quinta-feira, 29 de maio de 2014

Greve em Campos




Greve Chega ao Interior
A adesão dos vigilantes de Campos à greve unificada da categoria, proposta por 09 sindicatos do estado do Rio, fechou parte das agências bancárias do município nesta terça-feira (29). Em alguns bancos havia a informação de que a agência estava operando sem numerário. Para depósitos ou retiradas, a orientação era para se dirigir ao autoatendimento, que registrou longas filas. 
 A professora Cristina Ramos, 42 anos, foi uma das clientes que esteve pela manhã na agência do Itaú, na Rua Santos Dumont, mas não conseguiu descontar um cheque. "Falaram que por causa da greve não haveria atendimento ao público". 
O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Campos, Luiz Carlos Rangel da Rocha, disse que, além de Campos, os vigilantes de Macaé e Itaperuna aderiram ao movimento. "No Rio, a greve começou na última quinta-feira e na próxima semana, Friburgo e Angra dos Reis", afirmou ele, destacando que Campos e região somam 3 mil vigilantes.

Mediação No MTE




 Não houve acordo na reunião de hoje entre os 09 sindicatos de vigilantes do estado e o sindicato das empresas de segurança (Sindesp), realizada na Superintendência Regional do Trabalho, com objetivo de retomar as negociações entre patrões e trabalhadores emperradas desde a última reunião em 26 de março. A falta de diálogo poderá levar os agentes de segurança privada a cruzarem os braços durante os dias que antecedem a Copa do Mundo, em junho, deixando sem segurança o Maracanã, aeroportos do Galeão e Santos Dumont, entre outros postos.
A mediação foi conduzida pelo procurador do Trabalho, Bruno Parreiras, declarando em ata que as partes estão muito distantes de um acordo, pois nada de novo foi apresentado pelo presidente do Sindesp, Frederico Câmara.
 
O presidente do SVVESAR, Mauricio Silva, disse na audiência que A categoria não esta pedindo nenhum absurdo e sim o justo Merecido para os profissionais de segurança. O custo de vida no Estado do Rio de janeiro é um dos mais altos do Brasil, ficando atrás apenas de São Paulo. Um prato de comida em Angra e Paraty não saem por menos de R$ 20, como pode o patrão pagar um tíquete refeição de R$ 13? Indaga o sindicalista.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A Greve é Legal



12/05/2014 - GREVE DOS VIGILANTES É LEGAL SEGUNDO O TRIBUNAL

A Desembargadora do Trabalho Angela Fiorencio, em sua liminar 0010413-35.2014.5.01.0000 considerou a greve dos Vigilantes do Rio de Janeiro legal.
No entanto, como se trata de uma atividade essencial, deve-se manter 40% do efetivo de vigilantes em serviço, garantindo no mínimo 1 (um) vigilante por agência bancária. Conforme página 3 penúltimo parágrafo. 
O SINDVIGRIO orienta a todos os vigilantes que imprima a liminar no nosso site para que seja uma ferramenta contra as ameaças aos vigilantes de supervisores e diretores de empresas